OS NOSSOS FAVORITOS

Leva estes jogos de zero a 100

Sente a emoção de transformar quase nada em algo.

Os melhores jogos têm o dom de transformar pequenos começos em algo muito maior. Um pequeno reino torna-se um império. Um simples baralho de cartas transforma-se numa imparável máquina de combos. Uma única pista expande-se para uma teia de tráfego aéreo. Tudo nestes jogos gira em torno do impulso: começar com quase nada e evoluir lentamente até ao domínio, à complexidade e, por vezes, ao caos completo.

Balatro

O que começa como um jogo de póquer normal, ainda que com muito estilo, rapidamente se transforma em algo ardiloso. Na primeira ronda, tinhas um baralho de cartas normal, mas, 15 minutos depois, encontras de repente um joker que te dá um multiplicador extra sempre que jogas uma carta de copas e outro que potencia os reis... e agora nada te interessa mais do que ter um baralho inteiro de reis de copas. Algumas cartas dão-te moeda do jogo. Outras aumentam a tua pontuação. Outras partem-se, porque são feitas de vidro. E aquele som da tua pontuação a multiplicar-se centenas de vezes faz valer a pena cada falhanço pelo caminho (e vão ser muitos).

A tua mão está pronta, os teus jóqueres estão a postos: será que a tua melhor pontuação de sempre está a caminho?

Deep Rock Galactic: Survivor

Eliminar extraterrestres e extrair recursos preciosos. Duas tarefas que, se pensarmos bem, parecem bastante simples. Mas quando as juntamos, as coisas começam a ficar um pouco mais complicadas. O verdadeiro desafio em Deep Rock Galactic: Survivor é completar estas tarefas enquanto exploras um sistema profundo de classes e habilidades. Além disso, cada partida evolui de forma diferente da anterior, mantendo-te constantemente alerta nas tuas pesadas botas de mineração.

Mini Airways

De que é que um controlador de tráfego aéreo precisa para fazer aterrar um avião? Fácil: um avião e uma pista. Aponta um para o outro. Missão cumprida. É assim que o Mini Airways começa, mas as coisas depressa se tornam muito mais frenéticas. Vais ter de lidar com horas de ponta no aeroporto, zonas de exclusão aérea, terreno difícil, acidentes e uma série de outros obstáculos metafóricos que vêm atrapalhar o bom funcionamento da tua máquina aeroportuária.

The Battle of Polytopia

À primeira vista, The Battle of Polytopia parece simples: uma tribo minúscula, umas quantas unidades e um mapa coberto de nevoeiro por explorar. Mas cada jogada expande as possibilidades. Novas tecnologias desbloqueiam exércitos mais fortes, as cidades transformam-se em centros poderosos e pequenas escolhas táticas moldam lentamente o destino da tua civilização. Em pouco tempo, o que começou como um humilde povoado transforma-se numa batalha pelo domínio.

Thronefall

Reduzir o género de estratégia ao essencial é o que torna o Thronefall uma experiência tão incrível e acessível. Constróis e defendes o teu reino, simplesmente correndo pelo mapa e fazendo tudo por tua conta. Mas é também aí que reside o desafio único do jogo: a dada altura, vai exigir que estejas em todo o lado ao mesmo tempo, constantemente. Não és um rei que dá ordens aos seus subordinados e espera pelos resultados: és tu que apagas os fogos, e a cada noite há cada vez mais.

O reino parece bastante pacífico de dia. À noite, a história é outra.

Bacon in Zane

És uma fatia de bacon a viajar pelo corpo humano. Só isto já diz muito sobre o tipo de experiência que o Bacon in Zane te quer proporcionar. Aqui, toques simples e movimentos diretos transformam-se rapidamente num bizarro percurso de obstáculos de pulmões, neurónios, bactérias e desafios de física cada vez mais absurdos. Cada nova área introduz outra mecânica estranha ou surpresa, aumentando constantemente o caos, enquanto, de alguma forma, tudo continua a fazer todo o sentido no mundo maravilhosamente peculiar do jogo.

Algures entre os neurónios e o sistema digestivo, as coisas deixaram de fazer o sentido convencional — e é mesmo essa a ideia.